quinta-feira, 10 de maio de 2012

Cuidado Pessoal



Para manter um corpo em forma não é preciso viver na academia isso é lenda ou coisa de quem não entende nada sobre cuidado pessoal. É necessário disciplina, constancia e determinação no treino e na alimentação, cada um com seu exercício o lance é se movimentar com regularidade e comer frutas, vegetais, proteínas, carboidratos controlados, beber muita agua e levar essa rotina na fé como num trabalho, estudo ou na igreja, o qual o resultado da prática depende do nosso próprio desempenho e compromisso. Doce e fritura, final de semana até vale se você está em dia com a sua consciência, afinal estamos aqui pra viver e não para estar sempre em abistinência, só quem compete ou está num objetivo específico se priva o tempo todo. Assim eu venho aprendendo, assim eu ensino, assim eu compartilho e quebro com muito orgulho o paradigma estereotipado de que um corpo bem esculpido é sinonimo de um cerebro comprimido ou que para ser inteligente não dá para estar em forma. Tudo na vida é uma questão de equilibrio e força de vontade, o resto é qualquer coisa ignorante inventada por uma parcela de gente que culpa o mundo de tudo que não consegue fazer por si mesmo. O amor-próprio começa no cuidado pessoal que valoriza o sentido amplo da nossa existência, da crença ao templo o caminho deve ser composto por organização, dedicação, persitência e muita paciência.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Desde Cedo



Desde cedo aprendi
Que o valor da existência
Está nas possibilidades
E criatividade de cada um.
Por isso opto pelo risco,
Consciênte de que 
O certo e o errado,
em minha vida
Só eu poderei julgar.
Espero sim, 
Um dia apenas aceitar,
Quem sabe madura
Não mais me jogar.
Fazer do que tenho 
o melhor momento
transformar minha alegria 
no meu sustento.
Olhar para trás
E sentir a força do contentamento.
Pois sigo com simplicidade
E da liberdade
Faço minha felicidade.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Que eu Quero



Que um dia eu quero ser do tamanho
dos pensamentos que me invadem a mente.
Que eu quero correr pela chuva
e beber as lágrimas do céu.
Que eu quero amar sem receio de ser rejeitada,
apenas fluir no que pulsa.
Que eu quero aproveitar a festa
até o sol me mandar embora
e dançar o quanto o meu corpo agüentar.
Que eu quero voar nem que seja de olhos fechados,
dentro dos meus sonhos mais íntimos.
Que meus castelos e tesouros não desvalorizem
a sombra da árvore que frutifica no meu jardim.
Que eu aproveite o começo,
sem o medo de que um dia chegue ao fim.
Que os diamantes não cristalizem
a pureza dos sentimentos.
Que a dor tenha um tempo curto,
pois os segundos de felicidades
são muito mais importantes pra mim.
Que eu quero beijar vendo os horizontes imperfeitos,
daquele que eu escolhi para comigo seguir.
Que eu quero andar de meia em dia frio
e descalça nos dias ensolarados.
Que eu quero comer aquilo que me nutre por inteira,
ser a imagem dos alimentos que eu cativo na vida.
Que eu quero fazer tudo de uma vez,
como se o amanhã fosse um constante talvez.
Que eu quero ser verdadeira mesmo ferindo,
por não ser exemplo, mas por ser eu mesma.
Que eu quero cuidar por vontade de ver um mundo melhor
dentro de casa, prosperando do lado de fora
da janela do meu quarto.
Que eu quero que Los Angeles conserve os anjos
Que iluminaram o meu destino e que o Rio de Janeiro
Seja o berço das minhas maravilhosas memórias.
Que essa ânsia em produzir,
se transforme em obra de arte por ai.
Que o lado maternal que eu carrego e preservo,
se aplique no futuro das ações dos discípulos
que me foram encarregados nesse plano contemporâneo.
Que eu seja o erro e o acerto,
da mudança necessária, sem represarias. 
Que eu quero seguir destemida, atrevida
e com aquela sensação de liberdade plena
por ser uma pessoa serena.
Que eu quero chorar de tristeza e alegria,
como se minha passagem fosse feita de poesia.
Que eu quero provar o que nem sempre os outros consentem,
mas a minha alma clama e meu desejo é latente.
Que eu quero escrever a minha história em cores fortes,
para que os sonhos apenas descansem
na hora deu ir de encontro a inevitável morte.


Sabrina Mata