segunda-feira, 26 de abril de 2010

Sobre o Silêncio


As vezes é preciso calar,
Concentrar forças em si mesmo.
Ser potente e resistente,
Não é um calar de quem concente.
O silêncio da alma,
O qual necessita cuidado,
Atenção e percepção.
Nem sempre estamos para o mundo,
E se tudo for dito
Nesse momento interno de conflito
O caos alheio assim é permito.
Por isso as vezes é preciso calar,
Guardar lá no fundo cada palavra,
Sentimento e tormento.
O som também tem o seu próprio tempo.

Sabrina Mata


6 comentários:

  1. O silêncio é o barulho da alma.
    Mesmo que seja um silencio,
    Que com calma, nos faz dormir,
    No conciente da alma, um tambor,
    Agita, como se gritasse,
    Como uma jovem menina,
    Querendo sair.
    Se aquietarmos o coração,
    Podemos ouvir o barulho do silêncio,
    E podemos ouvir o dialogo,
    Do silêncio com a gente,
    E tudo que ele quer falar,
    Pro nosso barulhente, conciente.

    Prazer...
    marco..

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  2. Olá, muito prazer, casualmente me veio seu blog, estou encantada...Continue escrevendo muito, seu talento me tocou, gostaria de postar em meu blog alguns...será possível? com certeza acompanhado de sua autoria, parabéns...aguardo autorização. Um abraço.

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  3. Acompanhado de minha autoria esta valendo! Tenha uma semana de paz...

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  4. Tendo a temer quem beija borboletas... Lembranças. Mas até que tenho conseguido seguir Nietzsche em ir onde meu medo aumenta. :) Vontade de te conhecer... Beijos

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  5. olá, estava procurando uma definiçao para meu silencio e bingo! achei seu poema, muito bom! parabens. roberto

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  6. universos opostos,aprendo com o desconhecido,suas palavras e pensamentos compartilha alternativas

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É muito bom compartilhar idéias e pensamentos com vocês.

Obrigada!