domingo, 24 de janeiro de 2010

Desleixo com o Eixo


Atualmete meros mortais mudam hábitos, empresas adaptam técnicas a sustentabilidade e reciclagem vira moda na sociedade. Porém muito além da ecologia vem a ambição ao poder, o domínio territorial e a expanção economica, tais assuntos que certamente não são discutidos ou ao menos abordados em reuniões governamentais.

Aperta-se um botão Tsunami;

Aperta-se um botão Apagão;

Aperta-se um botão Terremotos;

Aperta-se um botão destroi-se uma nação.

Sob o véu do Aquecimento Global as máscaras de armas nucleares e técnologias de auto-destruição, sobrevivêm e evoluem exatamente ou com mais velocidade que nossos eletrodomésticos.

Se o seu celular já está ultrapassado imagina a Bomba de Hiroshima?

Será que a natureza tá pedindo socorro ou a humanidade está saindo do eixo literalmente?

Como parte dessa espécie espiritualmente defasada só me resta rezar pelo desenvolvimento de Marte ou um resgate na Arca de Noé.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Dia em que Deus me abandonou... (III Parte)


Contato com o abstrato

na minha missão assinei esse trato.

Se a vida assim é um contrato,

que as claúsulas não me enganem,

que os meus atos sejam assegurados

por mim e pelos meus guias.

Que eu não me acorrente

em manias e ideologias.

E que seja feita a nossa vontade.

Por que o dia em que Deus me abandonou,

tive que acreditar no meu próprio poder

e me fazer Deus, ser.




terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Dia em que Deus me abandonou... (II Parte)


O dia em que Deus me abandonou

minha alma chorou.

Permanente, meu mundo orou.

Insistente chamei eu o chamei,

me acalmei...

Contemplei a natureza,

quiz sentir o vento, o ar,

ver as ondas passar.

Continuei por ele a procurar

dentro desta construção perfeita,

não humana.

O mar nao pode me salvar,

mas essa paz,

faz me ajudar.



quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Dia em que Deus me abandonou... (I Parte)


O dia em que Deus me abandonou

o céu se fechou

minha alma chorou.

Me senti sozinha, pequenininha.

Parei por um tempo

para observar o horizonte.

Queria entender, me resolver.

Essa busca do meu ser

não posso acabar com minha crença.

Sinto o todo de sua ausência.

A dor, o fracasso,

cansaço, descaso...

Impotência e decadência,

quero valor na minha existência.